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Mostrando postagens com o rótulo Educação

Inimigo da educação: Alckmin suspende bônus de professor

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29/3/2016 - Depois de deixar os professores da rede estadual paulista sem reajuste salarial no ano passado, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou esta semana que não vai pagar o bônus anual por desempenho a professores e funcionários da rede. É a primeira vez que a bonificação não será paga desde que foi criada, em 2008. A proposta do governo é converter a bonificação no reajuste salarial deste ano, com um índice irrisório de 2,5%, em abril. O bônus é um valor pago aos servidores das escolas que atingiram as metas de desempenho do indicador de qualidade do Estado (Idesp), calculadas com base em fatores como o índice de faltas dos profissionais, perfil socioeconômico das escolas e o desempenho no Saresp (avaliação de desempenho educacional do Estado). A categoria sempre denunciou o bônus por ser uma política meritocrática (discriminatória) e reivindicava a incorporação dos valores ao salário. Porém, o que Alckmin faz agora é justamente o contrário. Além de não incorporar...

Em ocupações, alunos e professores demonstram que outra escola, democrática e de qualidade, é possível

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24/11/2015 - Na segunda-feira, dia 24, foi a vez dos alunos da E.E. Moabe Cury, localizada no Conjunto Residencial Elmano Veloso, na zona sul de São José dos Campos, também ocuparem a escola contra o projeto de reorganização do governo Alckmin (PSDB). A mobilização teve início ainda pela manhã logo após uma assembleia dos estudantes. Pela proposta de divisão de ciclos de ensino do governo, a Moabe Cury deixará de ter os cursos de ensino médio, cujos alunos serão obrigados a se transferir para outras escolas. Ao longo do dia, a ocupação já começou a receber o apoio de pais, professores e da comunidade em geral. Inclusive, alunos da Miguel Naked, primeira escola a ser ocupada em São José, no último dia 18, foram visitar e dar apoio aos colegas do Moabe. “Ocupa Naked” Confira um pouco do que está rolando na Naked A ocupação da E.E. Miguel Naked, localizada no Morumbi, entrou no sexto dia de ocupação nesta segunda-feira e a data foi marcada por um ato em frente à e...

Juventude em luta: alunos da E.E.Miguel Naked, em São José, ocupam escola contra reorganização

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18/11/2015 - Os estudantes da E.E. Miguel Naked, no bairro Morumbi, zona sul de São José dos Campos, decidiram ocupar a escola nesta quarta-feira, dia 18. Em assembleia, cerca de 100 estudantes secundaristas decidiram permanecer dentro da escola em protesto contra o projeto de reorganização do governo Alckmin (PSDB) e iniciaram os operativos para passar a primeira noite na unidade. A ocupação é pacífica e já nas primeiras horas, os alunos partiram para a limpeza do pátio. A Naked atende os ensinos fundamental I e II e ensino médio. Com a reorganização, a escola vai perder o ensino médio e o período noturno, o que prejudicará muitos alunos. Já são mais de 50 escolas ocupadas em todo o estado! A Secretaria de Educação de São Paulo anunciou um grande plano de reestruturação que vai fechar 93 escolas e mais de 1.400 vão sofrer mudanças de ciclo de ensino. A cada dia aumenta a mobilização para derrotar este ataque do governo Alckmin, que alega supostos motivos pedagógicos par...

Aumentam ocupações de escolas contra projeto de Alckmin. Em entrevista, professores de São José falam sobre mobilizações

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16/11/2015 - Esta semana começa com 28 escolas estaduais ocupadas na capital, região metropolitana e cidades do interior de São Paulo. É a resistência dos estudantes contra o projeto de "reorganização" do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que prevê a divisão das escolas da rede por ciclos e fechamento de, pelo menos, 93 unidades. A primeira ocupação ocorreu na noite do dia 9 na E.E.Diadema. No dia seguinte, começou a ocupação da E.E. Fernão Dias Paes, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Além de pais e professores, estudantes de outras escolas e movimentos têm prestado solidariedade às ocupações, que a cada dia ganham repercussão e apoio. A Justiça chegou a pedir reintegração de posse da Fernão Dias e de Diadema, mas os pedidos foram suspensos, numa importância vitória da mobilização. O governo Alckmin e a PM, como sempre, tem agido com violência e truculência. Na Fernão Dias, a PM tratou alunos na base do gás de pimenta. No sábado, dia 14, a Secretaria de Educ...

Passeata percorre bairro do Colonial, na zona sul de São José, e diz não à reorganização das escolas de Alckmin

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29/10/2015 - Nesta quarta-feira, dia 28, a Secretaria de Educação de SP, divulgou o número de escolas que serão fechadas em todo o estado: 94 escolas, sendo 8 na região do Vale do Paraíba. Porém, estima-se que a lista poderá ser ainda maior, sem contar outras centenas de escolas que serão afetadas de outras formas, com fechamento de turnos noturnos, transferência de milhões de alunos e superlotação de salas. É por isso que aumenta a mobilização para barrar a reorganização escolar que o governo Alckmin quer fazer. O governador tucano, inclusive, tem sido cada vez mais alvo de protestos, até mesmo em eventos públicos em que participa. Ontem, São José assistiu mais um protesto de pais, alunos e professores. Os manifestantes se concentraram na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no bairro Colonial, na zona sul, e saíram em passeata pelas ruas locais. Foram até a escola Moabe Cury, que será alvo de mudanças. A manifestação partiu dos próprios pais e alunos de escolas da r...

#AlckminNãoFecheMinhaEscola: Professores, pais e alunos programam novo protesto em São José nesta quarta

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27/10/2015 - A reorganização das escolas estaduais por ciclo de ensino, proposta pelo governo Alckmin (PSDB), será alvo de mais um protesto em São José dos Campos. Professores, pais e alunos organizam um ato, nesta quarta-feira, dia 28, às 16 horas, na região sul da cidade. A concentração será a partir das 15h, na igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Campo dos Alemães. A manifestação, que está sendo organizada por professores da Oposição Alternativa da Apeoesp e estudantes da Anel (Assembleia Nacional dos Estudantes Livre), deve reunir a comunidade escolar de bairros como Campo dos Alemães, Colonial, Morumbi e Ehma, envolvendo alunos de escolas como Miguel Naked, Moabe Cury, Candelária e Márcia Helena. Pela manhã, alunos percorrerão o bairro passando um abaixo-assinado. Medida prejudicial A mudança que Alckmin pretende fazer nas escolas, reorganizando-as por ciclo de ensino, vai afetar profundamente a vida da classe trabalhadora. Haverá consequências como demissões...

Protesto de estudantes e professores faz Alckmin cancelar palestra na Faap, em São José

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16/10/2015 - Ontem, dia 15 de outubro, Dia dos Professores, literalmente a aula foi na “rua” em São José dos Campos. Um protesto de cerca de cem alunos e professores fez o governador Geraldo Alckmin (PSDB) cancelar a palestra que faria na Faap (Fundação Armando Alvares Penteado). Os manifestantes ensinaram uma importante lição ao tucano: não vamos aceitar os ataques à escola pública. O principal alvo da manifestação, que teve início com uma passeata pelas ruas centrais da cidade, foi a proposta de reorganização das escolas feitas por Alckmin, que vai prejudicar milhões de alunos, além de pais e professores. Sem querer receber os manifestantes, o governador tucano simplesmente preferiu cancelar a sua participação no evento, em mais uma demonstração de intransigência e covardia. “Não Feche Minha Escola” O protesto teve início na Praça Afonso Pena e reuniu alunos e professores de escolas estaduais como Ruy Dória, Major Miguel Naked, Estevam Ferri e João Cursino. Com faixas, car...

Ato dia 15 em São José: lutar em defesa do ensino público! #NãoFecheMinhaEscola

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8/10/2015 - Sem consultar professores, alunos e pais, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o secretário estadual de Educação Hermann Voorwald definiram que as escolas estaduais serão reestruturadas de acordo com os ciclos de ensino, o que implicará na transferência de mais de dois milhões de estudantes de uma escola para outra e uma série de prejuízos. Apesar dos argumentos supostamente pedagógicos para justificar essas mudanças, a proposta nada tem a ver com a melhora da qualidade do ensino, senão com o avanço de sucateamento, das superlotações das salas de aula, demissões de professores e funcionários e o aumento da evasão escolar dos jovens da periferia. Já conhecemos este governo não é de hoje. Apenas este ano Alckmin cortou R$ 1,2 bilhão dos investimentos em educação, o que teve como consequência a superlotação e o fechamento de 3.200 salas de aula, além da demissão de mais de 20 mil professores. Contrários a estes cortes, o professores fizeram a greve mais longa da...

Artigo: A greve foi suspensa, a luta não

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7/7/2015 - Por Cleusa Trindade, Edinoel Carvalho e Marcileni da Mota Foram 92 dias de greve do magistério paulista. O professorado se levantou em todo o estado contra as péssimas condições de trabalho, baixos salários, as demissões de professores categoria “O” e a superlotação das salas de aula que impedem a qualidade da escola pública e condena milhões de alunos a um ensino abaixo de suas necessidades e potencialidades. A greve teve o mérito de desmascarar as políticas educacionais do governador Geraldo Alckmin, que em 2015 reduziu em mais de R$ 1 bilhão as verbas das escolas públicas, seguindo a política de cortes de gastos públicos da presidente Dilma Rousseff, que reduziu em R$ 7 bilhões as verbas destinadas ao MEC (Ministério da Educação e Cultura. Nesse mesmo período e com reivindicações semelhantes, outros dez estados também realizaram greves de professores, deixando claro que o descaso com a Educação ocorre em todo o país. Foram duros ataques ao direito de greve, como aç...

Artigo: A educação já está no "volume morto"

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26/3/2015 - Por Ernesto Gradella O título acima, citado por um professor na assembleia que foi realizada na última sexta-feira, dia 20, reflete bem o desespero dos que trabalham na educação estadual paulista. Em greve desde o último dia 13, os professores sofrem com a política de redução de gastos públicos do governo Geraldo Alckmin (PSDB). Os ataques tiveram início logo após as eleições do ano passado com o corte de verbas para manutenção das escolas. Em seguida, veio o fechamento de milhares de salas de aula em todo o estado e a consequente superlotação das demais. Milhares de professores, que foram contratados nos últimos anos em caráter precário (categoria O), estão impedidos de assumirem novas aulas por 200 dias. Para completar o descaso com a educação de mais de 4 milhões de crianças e jovens, o governador, após aumentar o seu próprio salário, dos secretários e dos deputados estaduais, o governador baixou o decreto nº 61132/15, que “proíbe” o reajuste para os professores ...

Todo apoio à greve dos professores da rede estadual de SP

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25/3/2015 - “Todo ano é a mesma novela” falou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) diante da deflagração da greve dos professores da rede estadual no último dia 13. De fato, uma verdade. A paralisação dos professores repete a mesma novela. Mas não no sentido que o tucano quis dar a entender, tentando desmoralizar a mobilização. A greve na educação pública do estado é a mesma novela, porque, infelizmente, os professores precisam ir à luta novamente em defesa de um ensino de qualidade e contra os ataques do governo de Alckmin, que trata com descaso e negligência a educação de mais de 4 milhões de crianças e jovens. Já no início do ano letivo os professores e funcionários da rede de ensino paulista denunciaram. Após um corte de verbas em torno de R$ 800 milhões, milhares de salas de aula foram fechadas. Turmas inteiras deixaram de existir, professores foram demitidos, classes passaram a ficar ainda mais superlotadas. A política de corte de gastos do governo tucano resultou até mesmo...

26 de março é Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação

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24/3/2015 - Em meio a greves de professores da rede pública e lutas nas universidades em São Paulo e em várias capitais do país, esta quinta-feira, dia 26 de março, será um Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação. Será um dia para denunciar os ataques dos governos e lutar em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade. A data foi convocada inicialmente por organizações estudantis como Anel, Juntos e Esquerda da UNE, mas foi incorporada por outras entidades do setor como os sindicatos de profissionais da educação estadual do Rio de Janeiro, o Sepe, e o  SindRede de Belo Horizonte, o Andes-SN e o Sinasefe, além de compor o calendário de lutas da CSP-Conlutas. Várias atos e atividades já estão programados, como em São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro (confira parte da programação no site da CSP-Conlutas). Ajuste fi scal na educação Apesar do suposto lema do governo Dilma (PT) para seu segundo mandato de “Pátria Educadora”, a ...

Ano letivo começa com ataques: Alckmin fecha centenas de salas de aula e demite professores

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3/2/2015 - Não é só o governo Dilma (PT) que iniciou o ano com um “saco de maldades” contra os trabalhadores. O governo Alckmin (PSDB) também começou 2015 com graves ataques a alunos e professores. Neste início de ano letivo, pelo menos 1.000 salas de aula foram fechadas em todo o Estado. Em São José dos Campos, cerca de 100 salas foram fechadas, segundo levantamento da Oposição Alternativa da Apeoesp. Um dos exemplos é a escola estadual Estevão Ferri, uma das maiores de São José, onde seis salas foram fechadas. Na escola Maria Luiza Medeiros, cinco salas deixaram de funcionar e na escola Ayr Picansso, todas as turmas noturnas deixaram de existir. O resultado dessa política de cortes do governo tucano são salas superlotadas e professores desempregados. Em alguns casos, o número de alunos por sala pode chegar até a 50 alunos, o que indiscutivelmente piora ainda mais a qualidade de ensino e as condições de trabalho do professor. Uma resolução de 2008 do Estado recomenda que as ...

Em vários estados, professores em greve exigem educação pública de qualidade

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23/5/2014 - Em meio à onda de greves que atinge várias categorias pelo país, professores e profissionais da área de educação também estão mobilizados em várias capitais, levando milhares às ruas. As mobilizações trazem novamente à tona a necessidade da luta por uma educação pública, gratuita e de qualidade no Brasil. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Teresina. Professores dessas capitais realizam fortes mobilizações. Em São Paulo, o movimento dos professores municipais completa 30 dias nesta sexta-feira, dia 23, quando foi realizado um ato e uma assembleia para decidir os rumos da greve. O presidente do PSTU de São José dos Campos, Toninho Ferreira, esteve presente. Nas últimas semanas, a forte luta dos profissionais da educação paulista levou milhares às ruas para reivindicar a incorporação do bônus de 15,38% ao salário-base e outros benefícios. Nesta sexta, dia 23, os profissionais da Unicamp e da Unesp também entraram em greve. Professores e servidores d...