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Mostrando postagens com o rótulo Violência contra a Mulher

Neste sábado, dia 25, vamos às ruas denunciar a violência machista e racista contra as mulheres

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23/11/2017 - O Brasil saltou do 7° para o 5° lugar no ranking de assassinatos de mulheres no mundo. Os números são assustadores. Todos os dias 13 mulheres são assassinadas, 135 são estupradas e uma é agredida a cada cinco minutos. Nesse quadro de violência, as mulheres negras são as mais afetadas. Em 10 anos (entre 2003 e 2013), a taxa de homicídio de mulheres negras aumentou 54%, enquanto que entre as mulheres brancas diminuiu 9%. Em outro dado alarmante, as notificações de estupros coletivos mais que dobraram desde 2011, passando de 1.570 para 3.526, em 2016. Não bastasse essa barbárie fruto da violência machista, o governo Temer e os corruptos do Congresso tomam medidas e editam leis contra as mulheres, como a que está prestes a ser votada que proíbe o aborto totalmente no Brasil, mesmos nos casos extremos hoje permitidos por lei, como em casos de estupro e quando há risco para a vida da mulher (PEC 181). Ato na Praça Afonso Pena Neste Novembro de Lutas, iremos às ruas p...

Neste dia 25 de novembro também iremos às ruas contra a violência às mulheres

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24/11/2016 -  Esta sexta-feira, 25 de novembro, dia em que as centrais sindicais brasileiras convocaram um dia nacional de lutas, com greves paralisações e protestos, também marca outra data simbólica: o Dia Internacional de Combate à Violência às Mulheres, que também estará nas bandeiras deste dia de luta. A data foi criada em 1981, no 1° Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho, na Colômbia, em homenagem às Las Mariposas, como eram conhecidas as irmãs Mirabal – Maria Teresa, Pátria e Minerva. As três irmãs foram brutalmente assassinadas por agentes da ditadura militar na República Dominicana no dia 25 de novembro de 1960. Mortas por lutarem contra a sanguinária ditadura do país, o assassinato provocou um rechaço internacional em relação ao governo dominicano, fato que acelerou a queda do ditador Rafael Trujilo. Em 1999, a ONU reconheceu a data mundialmente. O fato é que a violência às mulheres já é reconhecida como uma verdadeira epidemia, com números alarmant...

“Denunciar é fundamental e pode ajudar outras mulheres”, afirma advogada violentada em São José dos Campos

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10/6/2016 - Passaram-se dez dias desde que a advogada N., de 25 anos, foi sequestrada e violentada, em São José dos Campos. Aos poucos, ela já retomou seu trabalho. Conta que decidiu voltar à rotina normal o quanto antes, mesmo em meio à agitação dos últimos dias com o inquérito iniciado após sua denúncia. “O apoio e solidariedade que tenho recebido foram fundamentais, me ajudaram bastante”, afirmou a jovem que também é militante do PSTU. Nesta quarta-feira, dia 8, N. voltou à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), para fazer novo reconhecimento do criminoso que a atacou. Arnaldo Alves da Silva, 33 anos, já cumpriu pena pelo mesmo crime de estupro. A advogada fez o reconhecimento juntamente com outra vítima, de 17 anos, que também foi atacada por ele no mês de março. “Conversamos lá na delegacia. Uma menina muito jovem, que também passou por esse horror. Fiquei emocionada. Ela disse que minha denúncia e o retrato falado levaram à captura desse criminoso e me agradeceu”, conta N. ...

Artigo: Nossa luta é contra o estupro e a violência às mulheres

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4/6/2016 - Por Janaína dos Reis O caso do estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro chocou o país. Não bastasse a brutalidade da violência, tudo foi postado nas redes sociais pelos criminosos, revelando o grau da barbárie machista que vivemos hoje no capitalismo. Esta semana, uma advogada de São José também foi violentada, comprovando que o estupro é uma tenebrosa realidade no país. Dados oficiais revelam quase dois estupros por dia no Vale do Paraíba, mas a realidade é muito pior, pois os casos são subnotificados. Muitas mulheres não denunciam por medo, vergonha e por um motivo ainda mais grave: a cultura do estupro existente na sociedade, uma cultura que culpa a mulher e não o estuprador. Como se a roupa, o comportamento ou qualquer outra situação justificassem crimes hediondos como o estupro. A culpa nunca é da mulher! Nenhuma mulher merece ser estuprada! O fato é que o aumento da violência revela o grau da barbárie machista que vivemos, que lev...

Estupro coletivo de adolescente escancara barbárie machista

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30/5/2016 - Uma menina de 17 anos. Trinta homens. Um estupro coletivo filmado, fotografado e postado em redes sociais. Foi isso que aconteceu na sexta-feira, 20 de maio, no Rio de Janeiro. A garota foi encontrada nesta quarta, 25. Não precisamos entrar em detalhes aqui (imagens, comentários nojentos, descrição dos fatos). Isso já foi feito exaustivamente, principalmente pelos próprios agressores, e é preciso ter estômago forte para ver e ler. E acreditamos que o fato em si de uma adolescente ter sido estuprada por 30 homens já deva ser motivo de muita revolta e indignação. A perversidade com que esses criminosos agiram não tem como ser medida. Submeteram uma mulher a uma violência brutal da qual ela, possivelmente, não se recuperará nunca mais. Depois, se vangloriaram da barbárie que cometeram, tripudiaram e completaram a ação com a divulgação do crime na certeza da impunidade. Até o momento, só dois dos homens tinham sido identificados. A coisa toda se agrava quando nos deparamos...

25 de novembro: Pela vida das mulheres trabalhadoras!

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25/11/2015 -  Hoje é Dia Latino-Americano e Caribenho de Combate à Violência Contra as Mulheres. Um dia internacional de luta para denunciar e lutar contra a violência machista que penaliza milhões de mulheres em todo o mundo, seja por meio de violência física, sexual, moral ou psicológica. A data foi escolhida para homenagear as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), assassinadas pela ditadura de Leônidas Trujillo, na República Dominicana. Vergonhosamente, em todo o mundo, o fato de ser mulher é na atual sociedade um fator de risco de morte, pois o machismo e a opressão submetem as mulheres a uma realidade de violência, discriminação e exploração. Os números são alarmantes. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 3,3 bilhões de mulheres vivem em situação crítica e os principais crimes são violência doméstica, estupro e assédio sexual. No Brasil, 13 mulheres morrem por dia vítimas de feminicídio. Em várias cidades do país as mulheres estão saindo às...

“Fora Cunha” e luta contra o racismo e o machismo são temas de ato em São José neste sábado

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19/11/2015 - O Fórum de Lutas do Vale do Paraíba, que reúne sindicatos de várias categorias e movimentos sociais da região, realiza neste sábado, dia 21, um ato para marcar duas importantes datas neste mês: o Dia da Consciência Negra e o Dia Internacional de Luta contra a Violência à Mulher. A palavra de ordem “Fora Cunha”, que tem sido tema de várias manifestações pelo país estará no centro das bandeiras da manifestação, que será realizada na Praça Afonso Pena, às 10 horas. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) é o autor do projeto 5069/13 que prevê medidas que dificultam o atendimento às mulheres vítimas de estupro. Na prática, a proposta visa proibir o aborto em casos de violência sexual, com hoje permite a legislação, e a distribuição da pílula do dia seguinte. É um dos maiores ataques aos direitos das mulheres nos últimos anos e por isso a reação de repúdio tem sido muito grande, com milhares de mulheres indo às ruas nas últimas semanas, pedindo a saída de Cunha ...

As mulheres e a juventude contra o PL 5069/13 e pelo “Fora Cunha”!

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10/11/2015 - Alejandra Ramirez, de São Paulo (PSTU-SP) Desde a semana passada milhares de mulheres saíram às ruas em diferentes cidades do Brasil exigindo duas coisas: arquivamento do PL 5069 e “Fora Cunha”! A primeira mobilização foi no Rio de Janeiro e reuniu mais de duas mil mulheres. Depois veio São Paulo com cinco mil e atos importantes em Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba. Novas manifestações estão programadas para as próximas semanas. Mas o que é o PL 5069? Aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados no último dia 21, o Projeto de Lei  5069 dificultará a atenção nas unidades de saúde às mulheres vítimas de violência sexual. Para conseguirem ser atendidas, deverão realizar antes um Boletim de Ocorrência e um exame de corpo de delito. Mas as pesquisas a nível mundial indicam que a maioria das mulheres que sofre abusos não os reporta às autoridades, dentre outras razões, por medo e v...

Manifestação no Rio reúne milhares de mulheres e exige: Fora Cunha e abaixo o PL 5469/13

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29/10/2015 - A Cinelândia, tradicional local de manifestações políticas no Rio de Janeiro, foi tomada esta quarta-feira, dia 28, por milhares de pessoas, a ampla maioria mulheres. O motivo da manifestação: um forte protesto contra o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) e o projeto de sua autoria, o PL 5469/13, que entre outros ataques, pune a mulher vítima de estupro e pode proibir a distribuição da pílula do dia seguinte. Cresce a indignação contra o deputado machista, racista e homofóbico que está atolado em denúncias de corrupção e é autor de vários projetos e medidas que discriminam e prejudicam os trabalhadores, negros, lgbt’s e principalmente as mulheres. As manifestantes nesta quarta, no Rio, gritaram bem alto: Fora Cunha e suas medidas reacionárias! Amanhã, dia 30, São Paulo terá a mesma manifestação. Será às 18h, na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista. Punir o estupro e não a mulher! O projeto de autoria de Eduardo Cunha (PMDB) é um amontoado de absurdos e u...

28 de setembro: Prevenir para não abortar. Legalizar para não morrer.

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28/9/2015 -  Por Ana Pagu, Secretaria Nacional de Mulheres do PSTU Muita gente se diz contra o aborto para defender a vida. A igreja católica e uma grande parte das evangélicas dizem que é pecado. A lei brasileira pune com cadeia quem o faz e não se enquadra nas exceções legais:  mulher vítima de estupro, feto com deformação cerebral ou risco de morte para mãe. Mas por que quase todo mundo conhece ou já ouviu falar de uma mulher que tenha abortado? Porque ele ocorre todos os dias em nosso país. Os dados do Ministério da Saúde confirmam que ocorrem 2 milhões de partos por ano e cerca de 1 milhão de casos de internamento de mulheres por abortamento no mesmo período. Ou seja, para cada duas mulheres que dão a luz a um filho, uma aborta. Pense numa mulher comum, entre 24 a 39 anos, casada, religiosa, com dois filhos e que ganha até 5 salários mínimos e é contrária ao aborto. Ela  jamais faria um procedimento desse tipo, não é verdade?  Não, não é verdade! A maioria...

O machismo mata! Dia 25 de novembro é dia de luta contra a violência à mulher!

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Irmãs Mirabal, assassinadas pela ditadura, tornaram-se símbolo da luta contra a violência 25/11/2014 - Por Jéssica Marques * O dia 25 de novembro é o Dia Internacional pela Não-Violência à Mulher. Criada em 1981, no 1° Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho, na Colômbia, a data é uma homenagem às Las Mariposas, como eram conhecidas as irmãs Mirabal – Maria Teresa, Pátria e Minerva. As três irmãs foram brutalmente assassinadas por agentes da ditadura militar na República Dominicana no dia 25 de novembro de 1960. Nesse dia, elas regressavam de Puerto Plata, onde seus maridos estavam presos, quando agentes da ditadura simularam um acidente. Elas foram mortas porque lutavam contra a sanguinária ditadura do país e o assassinato provocou um rechaço internacional em relação ao governo dominicano, fato que acelerou a queda do ditador Rafael Leônidas Trujilo. A data tornou-se um símbolo da luta contra a violência às mulheres, uma situação que infelizmente é uma realidade mu...

8 anos depois, Lei Maria da Penha ainda precisa sair do papel

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8/8/2014 - A Lei Maria da Penha completou oito anos na última quinta-feira, dia 7, um momento importante para uma reflexão sobre o que avançou e o que ainda precisa melhorar quando o assunto é a ação dos governos na proteção à mulher. É inegável que a lei que criminaliza a agressão física e psicológica contra a mulher é uma conquista do movimento feminista do Brasil, após anos de luta. Mas, infelizmente, podemos afirmar que ela mal saiu do papel e os índices de violência machista persistem. Para se ter uma ideia, a cada uma hora e meia uma mulher morre no Brasil vítima da violência machista. A maioria delas, 61%, é negra, porque nós, mulheres negras, estamos ainda mais sujeitas a esse tipo de violência. Esta cruel realidade não mudou com a aprovação da Lei Maria da Penha. A média de mulheres assassinadas nos cinco anos anteriores à lei é a mesma que nos cinco anos posteriores, segundo a última pesquisa divulgada. O que explica isso é que a lei existe apenas no papel e carece...

Campanha do MML denuncia turismo sexual com a Copa

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26/6/2014 - Na Copa das injustiças sociais, as trabalhadoras estão dizendo não à exploração sexual. O Movimento Mulheres em Luta (MML) colocou na rua a campanha “Cartão Vermelho para o Turismo Sexual”. A campanha é uma denúncia do turismo sexual que aumentou com o Mundial no país. O blog PSTU Vale entrevistou Janaína dos Reis, integrante do MML do Vale do Paraíba. Blog PSTU Vale - Que motivos levaram o MML a lançar a Campanha "Cartão Vermelho para o Turismo Sexual"? Janaína dos Reis - O Brasil é rota do tráfico internacional de mulheres, sendo as mais jovens, negras e da região do Nordeste as mais afetadas. Ainda é muito disseminada, inclusive pelos próprios governos, a visão da mulher brasileira como objeto sexual, de que aqui no país há sexo fácil. Com a Copa da Fifa isso se aprofundou ainda mais, sendo utilizada a visão da mulher brasileira como um atrativo para a vinda de turistas estrangeiros. Segundo matéria recente do jornal Folha de São Paulo estima-se um ...

Presença de juíza que ordenou desocupação do Pinheirinho na Vara da Mulher causa indignação

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25/4/2014 - Na palestra realizada pela Câmara de São José dos Campos, na última quarta-feira, dia 23, com a ativista Maria da Penha, sobre violência contra as mulheres, um fato causou indignação em muitas pessoas. Presente na mesa do evento estava a juíza Márcia Loureiro, que decidiu pela desocupação do Pinheirinho há pouco mais de dois anos. Márcia Loureiro foi designada desde o final do ano passado para a Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de São José dos Campos e participou da palestra, assinando termos de compromisso da Campanha “Compromisso e Atitude: Lei Maria da Penha – a lei é mais forte”. O Movimento Mulheres em Luta (MML) considera absurda a presença da juíza no evento e na Vara da Mulher. A ação de desocupação do Pinheirinho foi marcada pela violação dos direitos humanos e pela violência, que afetou milhares de mulheres que moravam na ocupação com seus filhos. “ Essa juíza ordenou a desocupação do Pinheirinho, em janeiro de 2012, um dos episó...

“Governo não está dando condições para que lei seja aplicada”, afirmou a ativista Maria da Penha

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25/4/2014 - A ativista Maria da Penha, que dá nome à lei que busca coibir a violência contra as mulheres, criticou a falta estrutura e investimentos por parte do governo, para atender as mulheres que são vítimas de violência. A afirmação foi feita em entrevista na última quarta-feira, dia 23, quando foi palestrante em um evento na Câmara Municipal de São José dos Campos. A reportagem do Blog PSTU Vale participou da entrevista coletiva concedida pela ativista e questionou sobre a necessidade de uma revisão ou atualização da lei. Maria da Penha foi taxativa: “ No momento em que for devidamente implementada em todos os municípios do país, aí saberemos se a lei precisa ser aperfeiçoada. Até o momento, o que ela precisa é ser executada. E o Estado não está dando as condições pra que ela realmente funcione ”, afirmou. Maria de Penha citou a falta de delegacias da mulher, as casas-abrigo, juizados especiais e centros de referência da mulher, fatores que impedem a aplicação, de fato, d...

Uma alfinetada contra o machismo e a violência

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7/4/2014 - “Não me encoxa, que eu não te furo”. Com este lema, o Movimento Mulheres em Luta (MML) realizou um protesto contra o machismo e a violência às mulheres, na última sexta-feira, dia 4. Na estação Capão Redondo do metrô, na zona sul de São Paulo, foram distribuídos 500 kits, com o lema da campanha e um alfinete de costura. A iniciativa denuncia o caos em que se encontra o transporte público de São Paulo e todo o assédio que as mulheres trabalhadoras enfrentam diariamente diante da superlotação dos ônibus, trens e metrôs. O MML defende que as mulheres têm o direito de se defender. A distribuição dos alfinetes retoma uma prática já conhecida de muitas mulheres que usam a peça para ter um mínimo de autodefesa perante “encoxadores”. Caos no transporte Não bastasse a humilhação diária que a própria superlotação dos transportes coletivos impõe aos trabalhadores no dia a dia, as mulheres são ainda mais penalizadas, pois têm de enfrentar abusos e ataques sexuais. Homens, que...

Nenhuma mulher merece ser estuprada! Somos parte dos 35%!

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1/4/2014 - Na última semana, o IPEA divulgou uma pesquisa estarrecedora. A maioria das pessoas entrevistadas, por volta de 65%, concordou, total ou parcialmente, com a frase: "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”. Esse virou um dos assuntos mais comentados nas ruas e nas redes sociais, pois foi de certa forma chocante ver concretizado em números o grau de degeneração moral da sociedade burguesa, que, ainda hoje, culpabiliza as mulheres vítimas de um dos piores ataques que um ser humano pode sofrer: o estupro. Apesar de chocante, a pesquisa é um reflexo da vida das mulheres de nosso país. A cada 12 segundos, uma mulher é estuprada. E 15 mulheres morrem por dia, vítimas de violência machista. Isso sem falar do assédio no transporte coletivo, da violência doméstica cotidiana, das diferenças salariais em relação aos homens, da falta de creches e de um longo eticetara. Isso tudo ocorre em um país que é governado pela Dilma, uma mulher, que, infelizment...

Segundo o governo Alckmin, “metrô lotado é bom para xavecar a mulherada”

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27/3/2014 - Os trabalhadores sofrem diariamente com a situação sufocante do metrô de São Paulo. Com mais de 8 milhões de usuários transportados diariamente, a malha metroviária da capital conta com apenas 5 linhas, num total de 74 quilômetros. As falhas técnicas são constantes. É normal ver plataformas lotadas em todos os horários. Esses 74 quilômetros de linhas não chegam nem perto das necessidades reais de transporte da nossa cidade. Os problemas do transporte público são sentidos também por quem usa os trens da CPTM ou viaja de ônibus. Pagamos caro – R$3 – por um serviço de má qualidade, num sufoco diário para se locomover. O governador Geraldo Alckmin (PSDB), por sua vez, não dá respostas aos problemas do transporte. O governo patina em suas justificativas ante às denúncias de licitações fraudulentas e dos R$ 425 milhões desviados no propinoduto do metrô. Após o verdadeiro colapso do sistema de metrô, ocorrido no dia 4 de fevereiro, Alckmin tentou culpar usuários e trabalhad...