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Mostrando postagens com o rótulo Internacional

Se seguirmos o exemplo da França, Temer cai

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3/6/2016 - Esta semana foi noticiado que Michelzinho, o filho de 7 anos do presidente interino Michel Temer, tem R$ 2 milhões em imóveis em seu nome. Garoto tão novinho e tão riquinho, cujo pai, na Presidência do país, não perde o sono com os milhões de pais e mães de família desempregados. Foi noticiado, também, que Lulinha, caçula do ex-presidente Lula, recebeu em sua empresa R$ 10 milhões que não se sabe bem a troco de quê. A disparidade entre ricos e pobres no Brasil é uma das maiores do mundo. Em 2006, cerca de 5% dos mais ricos detinham 40% de toda renda do país. Em 2012, esses mesmos 5% passaram a abocanhar 44% da renda. Esse grau de desigualdade social continuou aumentando mesmo sob os governos do PT, ao contrário da propaganda enganosa do antigo governo. Lula estava certo quando dizia que os ricos nunca ganharam tanto dinheiro como sob o seu governo. A verdade é que se destina ao pagamento de juros e encargos da dívida pública, em um ano, o equivalente ao gasto de 15 ano...

O exemplo que vem da França: trabalhadores vão às ruas novamente contra Reforma Trabalhista

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18/5/2016 - A França vive essa semana uma nova onda de protestos, com bloqueios de estradas, greves e manifestações, organizados por sete sindicatos do país. Desde ontem estão ocorrendo protestos, que devem se estender até esta quinta-feira, dia 19. O alvo segue sendo a Reforma Trabalhista baixada pelo governo do presidente François Hollande. Na terça-feira houve bloqueios de estradas em Caen, Lorient e Géant, assim como de vários pedágios em rodovias de diversas regiões do país. Os caminhoneiros também fecharam o acesso a pontos estratégicos de Bordeaux e Marselha, bem como os acessos à refinaria de Donges e os portos de Le Havre e Saint Lazare. Estudantes de dezenas de colégios se uniram às paralisações e a diversas manifestações. Em Nantes, grande parte dos ônibus urbanos não circulou. Na Bretanha, um trem de alta velocidade foi bloqueado por pessoas nos trilhos. Em Toulouse, os sindicalistas bloquearam a entrada no escritório de um deputado socialista com tapumes. Em Perpig...

Argentinos vão às ruas em defesa dos serviços públicos e contra demissões

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29/2/2016 - Milhares de trabalhadores foram às ruas da Argentina quarta-feira, dia 24, contra a demissão em massa de servidores públicos, desde o início do governo do presidente Mauricio Macri. Em todo o país, diversas categorias paralisaram as atividades e realizaram atos de protesto. Segundo informação da Agência Brasil, o governo já desligou mais de 26 mil trabalhadores do setor público federal, provincial (estados) e municipal. Os manifestantes seguiram em marcha até a Casa Rosada, sede do governo, em Buenos Aires. Entidades como a Central Sindical dos Trabalhadores Argentinos (CTA) e a Associação de Trabalhadores do Estado (ATE) criticam as demissões e pedem “a imediata reincorporação” dos funcionários. Os manifestantes reivindicam também o fim do imposto de renda sobre os salários, entre outras demandas. Os docentes universitários também participaram da manifestação. Criminalização dos movimentos Os trabalhadores criticam também o novo protocolo de segurança estabeleci...

Delegação da CSP-Conlutas leva solidariedade aos trabalhadores na Palestina

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25/2/2016 - Em solidariedade à luta do povo palestino, a CSP-Conlutas enviou uma delegação à região. Entre os integrantes da delegação está o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, militante do PSTU e da LIT-QI, Herbert Claros. A viagem tem o objetivo de fortalecer as relações internacionais da CSP-Conlutas, estreitando os laços com os sindicatos palestinos. Na última terça-feira, dia 23, a delegação participou de uma manifestação de professores na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, na última terça-feira, dia 23. O protesto foi para forçar o governo da Autoridade Palestina a atender as exigências dos professores e reuniu mais de 10.000 pessoas. A luta dos professores palestinos é atualmente uma das principais do país. Conselhos de base estão comandando uma forte greve da categoria, desde o dia 10 de fevereiro, que exige melhores salários e direitos, além de relações mais democráticas na representação sindical. Houve também uma visita à cidad...

Na luta contra a reforma da Previdência, trabalhadores gregos já fizeram três greves gerais em um ano

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9/2/2016 - Por: Xara Arghiris No dia 04 de fevereiro, foi realizada na Grécia a terceira greve geral em um ano do governo do Syriza. No início, foi convocada pela Confederação de Sindicatos de Funcionários Públicos (ADEDY) e pela Confederação Grega dos Sindicatos do Setor Privado (GSEE). Também foi convocada pela PAME, a Coordenação de sindicatos dirigida pelo Partido Comunista (PKK), ainda que tenha marcado uma concentração e passeata para outro lugar. O eixo central dessa medida de força que significa a greve geral é o repúdio à reforma do sistema de previdência social, mas também contra os cortes e as privatizações. Os trabalhadores começaram a manifestar sua reação. Durante todo o mês de janeiro, em Atenas, ocorreram manifestações de diferentes setores contra a reforma e os cortes. Mais uma vez, são contra um governo que está aplicando planos de austeridade, com muito mais profundidade que os governos anteriores. Também se reviveu a repressão de sempre nos protestos, c...

Nota da LIT-QI sobre atentados em Paris

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14/11/2015 - A França viveu uma de suas noites mais dramáticas em muitos anos. O terror tomou conta de Paris a partir de uma série de atentados suicidas realizados em oito pontos da cidade que, segundo contagem parcial, deixaram ao menos 127 mortos e mais de 200 feridos, muitos deles em estado grave. A maioria morreu baleada na casa de shows Bataclan, lotada de pessoas que assistiam a um show de música. Houve outros ataques, com bombas e fuzis automáticos, em restaurantes próximos e até nas imediações do Estádio da França, enquanto ocorria um jogo amistoso de futebol entre as seleções da França e Alemanha. Após a explosão de um dos "homens bombas", a multidão que assistia à partida correu aterrorizada e chegou a ocupar o gramado do jogo. Oito agressores morreram ao disparar seus cinturões carregados de explosivos. Estamos diante de um dos maiores atentados terroristas em uma capital europeia em décadas. Este fato só é comparável com o ataque ao metrô de Madri realizado...

Palestina: as agressões de Israel na Cisjordânia e em Jerusalém

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20/10/2015 - Por Gabriel Huland  Depois de pouco mais de um ano do bombardeio de Israel a Gaza, em julho-agosto de 2014, que deixou um saldo de mais de dois mil palestinos mortos, o Estado sionista volta à ofensiva ao pôr em marcha uma nova onda de agressões e provocações contra os palestinos na Cisjordânia e no leste de Jerusalém nas últimas semanas. As tensões cresceram após as ameaças do governo de Israel de mudar o status quo no complexo de Al-Aqsa, o terceiro local mais importante para a comunidade muçulmana, depois de Meca e Medina, ambas na Arábia Saudita. Atualmente os judeus podem frequentar a área da mesquita, mas não podem rezar ali. Devido à festa judaica da Sukka, o número de judeus que vão ao local aumenta muito, o que levou o governo israelense a impor restrições à entrada de muçulmanos na mesquita. Os judeus, em sua maioria ortodoxos, não vão apenas para rezar, mas transformam essas datas num momento de afirmação da ocupação e da cultura judias, fazendo provoc...

Nota da LIT-QI: Não aos bombardeios russos na Síria!

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5/10/2015 - A Rússia começou a bombardear a Síria. Apesar dos anúncios de que estes ataques são “contra o Estado Islâmico”, as primeiras bombas foram lançadas em zonas que não são controladas por este grupo, como a província de Homs, onde morreram cerca de trinta pessoas. ] Acontece o mesmo que na Turquia, onde Erdogan ataca os curdos com a desculpa de combater o Estado Islâmico. A Rússia lança esta ofensiva para manter a ditadura de Assad, que também recebe apoio de tropas do Hezbollah (do Líbano). A ditadura de Assad esmagou, a sangue e fogo, à custa de centenas de milhares de mortos e da destruição do país, a revolução que irrompeu em 2011 reivindicando democracia, liberdade e justiça social. O exílio massivo de refugiados que chegam à Europa é produto da guerra desencadeada pelo regime, e na medida que a mobilização popular ia sendo derrotada, forças reacionárias como o Estado Islâmico ganharam protagonismo. Repudiamos a intervenção russa, cujo principal objetivo é a man...

Fala Toninho: “Crise dos refugiados na Europa: o resultado da barbárie capitalista”

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4/9/2015 - A crise de imigração na Europa já tomou proporções de uma verdadeira tragédia humanitária a tal ponto de ser considerada a maior onda migratória desde a Segunda Guerra Mundial no continente. Apenas este ano, mais de 300 mil refugiados de guerras e da miséria chegaram aos países europeus em busca de um fio de esperança para tocarem suas vidas. Na travessia do Mediterrâneo, mais de três mil pessoas já perderam a vida este ano. As cenas de corpos chegando às praias da Grécia e Itália mostram de forma chocante o drama da situação. Não há como esquecer o caminhão frigorífico abandonado na Áustria com mais de 70 corpos de imigrantes sírios mortos por asfixia. Tampouco, podemos esquecer o pequeno Aylan encontrado morto após afogamento em uma praia da Turquia, nem os outro 188 mil resgatados pela guarda costeira e deportados. O que vemos hoje não são imigrantes à procura de trabalho, de uma “vida melhor”, como ocorreu em outros momentos na história. São homens, mulheres e c...

Economia mundial: A China anuncia sua entrada no clube dos países em crise

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2/9/2015 - Por Marcos Margarido, da LIT-QI A instabilidade das principais bolsas de valores da China (Shangai e Shenzhen) parece não ter fim. Depois da queda de 32% em apenas 17 dias em junho e julho, o dia 24 de agosto ficou marcado como o de maior queda da bolsa de Shangai (8,5%) em apenas um dia desde 2007, quando se iniciava a crise econômica mundial que se arrasta até os dias de hoje. O resultado foi a queda generalizada das bolsas em todo o mundo. O Diário do Povo, jornal do Partido Comunista da China (PCCh), chamou este dia de “segunda-feira negra”, uma denominação racista inaceitável, num país onde 100% da burguesia do país e de membros do governo – os causadores da queda das bolsas – é branca. Ao contrário do que a imprensa mundial tenta mostrar – o de um dia ruim para as bolsas – há pelo menos dois meses a ditadura chinesa vem desenvolvendo esforços para salvar o mercado de ações. O governo conseguiu reduzir a sangria em 9 de julho, depois da intervenção de corretoras ...

Mais de cem mil pessoas tomam as ruas de Quito, no Equador, contra Rafael Correa

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17/8/2015 - A capital equatoriana presenciou no dia de ontem (15/8) uma das maiores mobilizações populares dos últimos anos. Mais de cem mil pessoas inundaram as ruas e as praças da capital equatoriana para protestar contra a política econômica e social do governo de Rafael Correa. As distintas ações se deram no marco da nomeada “Paralisação do Povo”, convocada pelo Coletivo Unitário de Organizações de Trabalhadores, Indígenas, Professores e outros. A jornada de protestos começou com fechamentos de estradas em quase todo o país. No entanto, o epicentro da luta se desenvolveu em Quito. Quando a multidão de trabalhadores e indígenas tentou acercar-se à sede do governo, foi duramente reprimida pela polícia de Correa. Dois conhecidos líderes indígenas, Carlos Pérez Guartambel e Salvador Quispe, foram detidos e denunciaram  que foram maltratados. Depois da jornada, Jorge Herrera, presidente da Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador (CONAIE), declarou: “Quito deve ...

Nota da LIT-QI sobre o acordo aceito pelo governo do Syriza, na Grécia

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17/7/2015 - O povo grego disse “não”, porém Tsipras e o governo de Syriza disseram “sim” a mais um pacote de austeridade “Não foi para isso que votamos ‘não’” se lamentava Anna, uma empregada bancária. “As pessoas estão muito decepcionadas. São as mesmas medidas que haviam antes do referendo”, afirmou Panayiota, atendente em uma cafeteria do bairro. A decepção sentida por estes dois trabalhadores gregos (e seguramente, também por pelos milhões que, na Grécia e em todo o mundo, apoiamos o “não” no referendo e festejamos o seu triunfo) é mais que justificada. Depois desta grande vitória, que demonstrou a firmeza do povo grego e a sua disposição de enfrentar a Troika (FMI, UE e BCE) e seus desmandos, o governo de Syriza voltou a capitular apresentando uma proposta basicamente igual a que havia sido rechaçada amplamente na votação de 5 de julho passado. Não há outra palavra para definir a posição de Syriza que “traição” às aspirações dos que o levaram ao governo (como expressão...

VITÓRIA!: Povo grego diz não à proposta de mais austeridade da União Europeia

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6/7/2015 - Por Zé Maria, presidente nacional do PSTU Neste momento, ainda não terminou a apuração do plebiscito realizado na Grécia sobre o mais recente ultimato da União Europeia (UE), de mais austeridade, ou seja, mais arrocho e cortes de direitos da população. Mas, a esta altura da apuração, já é certa a vitória do não. Uma vitória muito importante do povo grego e de todos os que lutam ao redor do mundo contra a dominação que o sistema financeiro e o capitalismo exercem sobre nossas vidas. É preciso, agora, manter a mobilização popular, única garantia de que será respeitada a decisão tomada nas urnas. O povo grego está fazendo o que está ao seu alcance para terminar de vez com a espoliação que vem sendo feita contra seu país pelo sistema financeiro europeu e norte-americano. Primeiro, realizou quase 30 greves gerais contra os planos de austeridade aplicados em seu país pelos governos anteriores a Tsipras. Depois, elegeu o governo encabeçado por Syriza em função de sua promes...

Grécia: Todos às ruas em defesa do NÃO no referendo!

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Homem cola cartaz fazendo campanha pelo "não" no referendo de domingo 3/7/2015 - Declaração da Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional (LIT-QI) A Grécia vai realizar um referendo no próximo domingo para aceitar ou rejeitar o acordo proposto pela Troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI). Caso ganhe o SIM, vai ser aplicado mais um plano de austeridade, mais uma redução de salários e direitos. O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, deixou de lado a diplomacia e pediu abertamente que o povo grego vote pelo SIM. Angela Merkel recusou uma última proposta de acordo feito por Tsipras, esperando que ganhe o SIM no referendo. A propaganda imperialista culpa o povo grego pela crise atual. Trata-se de uma mentira a serviço dos bancos europeus, os grandes beneficiados pelos planos de austeridade. O resultado da aplicação desses planos nos últimos cinco anos demonstra essa falsidade: a situação do país só se agravou. A dívida ex...

Protestos contra austeridade reúnem milhares na Europa e mostram que luta da classe trabalhadora é uma só

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25/6/2015 - A resistência contra os planos de austeridade econômica da Troika (União Europeia, Banco Central Europeu e FMI) e dos governos europeus vem crescendo, em uma luta que deve servir de exemplo à classe trabalhadora do Brasil. No último sábado, dia 20, milhares de jovens e trabalhadores foram às ruas do Reino Unido, Alemanha, Itália e França protestar contra os cortes nos orçamentos dos países, a retirada de direitos, as privatizações e os rigorosos planos econômicos impostos à Grécia. Na Inglaterra, mais de 250 mil pessoas marcharam pelas ruas de Londres contra o ajuste fiscal promovido pelo primeiro-ministro David Cameron. No início de junho, o chefe da política britânica anunciou uma nova rodada de privatizações e outras medidas de austeridade, com o corte de mais de 13 bilhões de libras (R$ 63,3 bilhões) nos ministérios e de 12 bilhões de libras em ajudas sociais nos próximos dois anos. As consequências já são sentidas pela população mais pobre. Desde que o governo...

Grécia: em resposta à exigência imperialista, suspender o pagamento da dívida e nacionalizar os bancos

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17/6/2015 - Declaração da Liga Internacional dos Trabalhadores LIT-QI Estão em curso negociações entre o governo grego e os dirigentes do imperialismo europeu. O pacote de medidas exigido pelo imperialismo é nada menos que a assinatura do status de uma colônia, seguida de uma verdadeira declaração de guerra contra a classe trabalhadora: exige a manutenção integral do plano de privatizações iniciado pelo governo Antonis Samaras [Nova Democracia], os aeroportos e os portos do Pireu e Tessalônica; implementar a reforma das aposentadorias (isto é, reduzi-las e acabar com as pré-aposentadorias); manter a suspensão da negociação coletiva salarial e trabalhista, revisar o direito de greve e a lei que regula as demissões coletivas (ERES), naturalmente para facilitá-las. Mas, como o pagamento da dívida deve sair do sangue e suor dos trabalhadores gregos, exige que qualquer mudança do campo trabalhista seja submetida à aprovação da Troika. Também exigem aumentar o IVA (imposto de valor a...