4 de junho de 2015

Cobertura do 2° Congresso Nacional da CSP-Conlutas



4/6/2015 - Acompanhe alguns dos principais acontecimentos do 2° Congresso Nacional da CSP-Conlutas, que acontece de 4 a 7 de junho, em Sumaré/SP.  A atualização deste texto será diária.
Leia as matérias completas sobre as atividades no site nacional do PSTU: www.pstu.org.br


 Domingo, dia 7                                                                                                                                        

14h30 -  Sebastião Carlos, o Cacau, da Executiva Nacional da CSP-Conlutas, faz uma avaliação do congresso, encerrado neste domingo.



11h30 - Início da última plenária deliberativa do Congresso. Delegados começam a discutir e votar resoluções sobre o Balanço Político e Organizativo da Central e outros temas.

10h - O último dia do Congresso começou com um Painel sobre Opressões. Em debate, a luta contra o machismo, o racismo e a homofobia. Os debatedores destacaram que esta é uma tarefa da classe trabalhadora de conjunto e que a luta contra a opressão é indissociável da luta contra a exploração e  vice-versa.



Sábado, dia 6                                                                                                                                            

22h - Após um intenso dia de trabalhos, cerca de 1.000 pessoas se concentraram no auditório do centro de convivência para a atividade chamada pelo PSTU, de apresentação do partido.  Os vereadores socialistas Cleber Rabelo e Amanda Gurgel, Vera Lúcia e Zé Maria falam das propostas do partido e chamam trabalhadores e trabalhadoras a vir construir esse instrumento de luta para a libertação da classe trabalhadora.





20h - Início do Painel sobre Movimento Operário, Organização de Base e Criminalização de Movimentos Sociais.  Na mesa, trabalhadores das obras do Comperj, garis do RJ, servidores do Paraná, rodoviários de Porto Alegre e metroviários. Alex Gomes, metalúrgico de SJCampos, leu a carta de um operário da Ford de Taubaté com relato sobre recente luta na fábrica contra demissões.



17h - Retomada da plenária de votação das resoluções sobre Plano de Ação e Atividades. A construção de uma Greve Geral foi uma das principais resoluções. Os delegados aprovaram ainda intensificar as ações políticas e unitárias com outras entidades e movimentos classistas e combativos que vem se consolidando no Espaço de Unidade de Ação, assim como ações unitárias com as organizações sindicais e populares, rumo à Greve Geral.

15h - Após o almoço, categorias, movimentos e setores específicos começaram reuniões setoriais para discutir questões específicas e definir ações e campanhas conjuntas.


11h - Desde o início do congresso, cerca de 80 crianças, de 0 a 13 anos, estão sob os cuidados de uma equipe de monitores, enquanto seus responsáveis participam dos debates. Os pequenos contam com uma programação especial com diversas atividades no decorrer do dia.


Foto: Sérgio Koei
10h30 - Começa a Plenária Deliberativa para votar as resoluções sobre as Atividades e Planos de Ação da Central debatidos nos grupos de ontem.

8h30 - O terceiro dia de trabalhos do Congresso da CSP-Conlutas começou com os delegados e observadores participando de grupos que discutiram o Balanço Político e Organizativo da Central e outras resoluções não contempladas em grupos anteriores.



Sexta, dia 5                                                                                                                                               


18h - Plenária Deliberativa sobre Conjuntura Nacional e Internacional
Delegados começam a discutir as resoluções do 2° Congresso da CSP-Conlutas sobre Conjuntura Nacional e Internacional, a partir dos debates que foram feitos nos grupos no dia de ontem.

Apresentada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e o Sindipetro AL/SE, e defendida por Antonio Macapá, metalúrgico da GM e dirigente do sindicato, o chamado às centrais sindicais e movimentos para a construção de uma Greve Geral foi aprovada por ampla maioria dos delegados. O chamado à unidade de ação e à luta contra ajuste fiscal do governo Dilma e retirada de direitos também deram o tom da primeira plenária de votação.

Leia mais: http://www.pstu.org.br/node/21495



14h30 - Grupos sobre Plano de Ação e Atividades
Grupos voltam a se reunir para discutir as propostas de Planos de Ação e atividades da central para o próximo período. Ainda hoje, os participantes voltarão ao plenário para a votação de deliberações sobre Conjuntura Nacional e Internacional.

Grupos se reúnem para discutir Plano de Ação e Atividades


13h - Entre o almoço e o início das atividades da tarde, várias categorias começaram a realizar reuniões nacionais para discutir a realidade dos setores. São os trabalhadores e ativistas realizando troca de experiências, informações e preparando ações conjuntas. Os participantes se preparam para as Reuniões Setoriais que acontecerão na tarde de amanhã.


Reunião de condutores

Reunião sobre o tema LGBT

Reunião de metalúrgicos de montadoras

11h - Painel sobre o Campo no Brasil. 


O painel desta sexta-feira, realizado no plenário do Congresso, debateu a situação dos trabalhadores no campo e a luta contra o agronegócio e pela reforma agrária. Importantes entidades e com largo histórico de luta marcaram presença. Na mesa, Rubens Germano (FERAESP), Paulo Gico (CONAFER), Venâncio (MTL) e Derci Teles (Presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, sindicato do qual Chico Mendes foi presidente e que recentemente se filiou à CSP Conlutas).

"Se hoje tomamos um bom café da manhã, se ontem comemos um bom jantar, almoçamos, é porque existe o trabalhador do campo. Somos trabalhadores do complexo agroindustrial, tratorista, motorista, somos trabalhadores rurais e temos que nos organizar, mas não conseguimos fazer isso sozinhos, precisamos de uma central", disse, reafirmando a importância da CSP-Conlutas.

Leia mais: http://www.pstu.org.br/node/21493



9h30 - Mesa com organizações políticas que compõe a CSP



O segundo dia do Congresso Nacional da CSP Conlutas, nesta sexta-feira, dia 5, começou com uma mesa com as organizações políticas que compõem a central.
Os representantes das organizações saudaram o encontro e apresentaram suas contribuições ao congresso, que já reúne mais de duas mil pessoas.



Quinta, dia 4                                                                                                                                            

Congresso da Anel - de hoje até domingo, também acontece o 3° Congresso Nacional da Anel, que reúne estudantes de todo o país. Já passaram de 1500 os delegados credenciados para participar do encontro e o clima de apoio à greve na educação já toma conta do Congresso.
Acompanhe a cobertura do encontro em: https://www.facebook.com/anelonline?fref=ts





16h30 – Votação do Regimento e Início dos debates em grupo
Após a volta do almoço, o plenário discutiu e votou o Regimento do 2° Congresso e em seguida os delegados e observadores deram início às discussões em grupos. No total são 22 grupos que estão discutindo sobre Conjuntura Nacional e Internacional, cujas propostas de resoluções irão para o plenário nesta sexta, à tarde. Em debate temas como a crise econômica mundial, as lutas da classe trabalhadora nos países, os pacotes de austeridade na Europa, a situação política no Brasil, a crise do governo Dilma e do PT, a resistência dos trabalhadores, etc. As discussões estão programadas para se encerrarem às 20h.

13h – Mesa sobre Conjuntura
Primeira mesa do congresso é sobre conjuntura, com Zé Maria, pelo PSTU, Luciana Genro, pelo PSOL, e Mauro Iasi, do PCB.

Os debatedores fizeram duras críticas ao ajuste fiscal do governo Dilma, aos cortes nos orçamento e aos ataques ao seguro-desemprego, PIS e pensão por morte. Mas também houve polêmica sobre a votação da cláusula de barreira, votada na reforma política aprovada pelo Congresso na semana passada.

Leia mais: http://www.pstu.org.br/node/21492




11h – Mesa de abertura






Por volta das 11h, a mesa de abertura do congresso reuniu entidades nacionais, partidos de esquerda e delegações internacionais. Representantes de várias entidades e organizações saudaram o encontro e falaram da importância do evento para a atividade.

"Buscamos aqui honrar os lutadores e lutadoras da nossa classe, como Dandara, os três companheiros mortos de Belo Monte, honrar a greve educadora que varre de norte a sul desse país", afirmou na abertura Atnágoras Lopes, que falou em nome da Secretaria Nacional Executiva da CSP-Conlutas.
Mauri Iasi, do PCB, saudou os presentes e ressaltou que o Congresso da CSP é o momento da classe trabalhadora e de todos os lutadores passarem da resistência ao protagonismo das lutas e que a central chega neste momento como uma importante trincheira da nossa classe para enfrentar os ataques e desafios colocados.

Presidente Nacional do PSOL, Luciana Genro também compôs a mesa de abertura do congresso. Luciana lembrou da importância que teve o dia 29 na unidade da luta contra os ataques que os trabalhadores vem sofrendo. "Isso só foi possível por uma pressão feita pela CSP-Conlutas e pelo MTST, esse importante movimento social", disse.

Vera Lúcia, em nome do PSTU, fez uma saudação a todos os presentes e destacou todas as categorias que protagonizaram lutas no último período e lembrou que uma das tarefas deste encontro é tirar um plano de ação para colocar a classe trabalhadora em movimento. “Não queremos a volta da direita, mas também não queremos o governo Dilma, pois eles são responsáveis pelos ataques que assistimos hoje e nos últimos anos. Precisamos construir nas lutas uma nova direção e uma nova sociedade”, disse.

Ex-presidente da CGT, em 1964, Raphael Martinelli, do alto de seus anos 90 anos, disse como o congresso o fazia recordar da solidariedade de classe que vivenciou em seus tempos de sindicalismo. "Naquela época, parávamos para que outra categoria também tivesse conquistas", relata o ex-dirigente que foi ferroviário.

Também compuseram a mesa de abertura o representante da Feraesp Rubens Germano (Rubão), o presidente da Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados), Warley Martins, além de César Brito, ex-presidente da OAB e um representante da Auditoria Cidadã da Dívida.

Delegação internacional Delegações de diversas partes do mundo como Argentina, Chile, Itália, México, Peru, Tunísia, Turquia e França estiveram presentes. O francês Christian Mahieux, dirigente do Solidaires, fez uma saudação em nome da delegação internacional, convocando o II Encontro Internacional Sindical que se realizará na próxima segunda e terça-feira, após o Congresso da CSP. Mahieux relembrou o papel que Dirceu Travesso, o Didi, teve na construção da rede sindical internacional, fazendo uma emocionante homenagem.



10h – Chegada das delegações
Desde o início da manhã, delegações de todo o país começaram a chegar na Estância Árvore da Vida, em Sumaré/SP. Metalúrgicos, petroleiros, operários da construção civil, professores, servidores públicos, e trabalhadores de várias outras categorias, chegam para o encontro que vai debater a situação do país, os ataques à classe trabalhadora e um plano de lutas até o próximo domingo.
Barracas do movimento são montadas no espaço fora do plenário, onde entidades, organizações e movimentos apresentaram suas publicações, livros, camisetas, etc.